terça-feira, 9 de agosto de 2016

Informe Importante

Informando que, atendendo a Legislação de Marcas no Brasil e em comum acordo, os domínios www.rioclassisex.com.br e www.rioclassisex.com, registrados pela Mega Tops Brasil LTDA redirecionarão para o domínio www.riorelax.net.br, de propriedade da Mídia Class.

Atenciosamente,

Mega Tops Brasil LTDA
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domingo, 1 de fevereiro de 2015

Lei alemã de proteção a prostitutas causa protestos de profissionais do sexo

"Por um tempo, eu era super orgulhosa do trabalho com o sexo", conta Nadine, de 30 anos, cabelos cacheados louros e casaco negro felpudo. "Eu tinha orgulho dos meus clientes fixos. Você ganha 150 euros por uma 'rapidinha' e pensa: 'uau, isso é tudo de bom!'"

Embora ela tenha sentimentos ambivalentes em relação ao que chama de "cultura do bordel do plástico", durante dez anos, a prostituição foi a melhor forma de Nadine ganhar dinheiro.
Antes da lei da prostituição de 2002, o contrato entre cliente e profissional do sexo era classificado como atentado aos bons costumes na Alemanha. Os donos de bordéis corriam risco de ser autuados por rufianismo (exploração da prostituição).

Hoje, eles são estabelecimentos comerciais como qualquer outro, e a atividade é plenamente legal. As operárias do sexo, que sempre tiveram que pagar impostos no país, têm agora direito a seguro social e de saúde. A possibilidade teórica de um emprego fixo não encontrou aceitação no meio. Enquanto a maioria das prostitutas têm seguro de saúde, poucas pagam aposentadoria, conforme um estudo encomendado pelo governo alemão.

Lei liberal

A mudança na legislação estimulou Kerstin Berghäuser a abrir seu próprio bordel diurno em Berlim. Ela mesma já exercera a atividade durante oito anos, para pagar rapidamente suas dívidas, mas aí resolveu se tornar autônoma.

"O ponto decisivo foi a entrada em vigor da lei da prostituição, me dando a certeza de que eu não estava fazendo nada de proibido. Eu queria providenciar boas condições de trabalho para as mulheres. Antes, só ter preservativos na loja já era taxado de incentivo à prostituição."

A lei alemã sobre o assunto é uma das mais liberais do mundo. Ao contrário dos Estados Unidos, por exemplo, onde a atividade é ilegal. Ou da Suécia e a França, em que o comércio do sexo é proibido, e os clientes estão sujeitos a penalidades.

Movimento antiprostituição

O movimento antiprostituição da Alemanha também reivindica atualmente a criminalização da clientela. Seus argumentos centrais são de que o tráfico humano vem crescendo, e que a maior parte das mulheres seria forçada a se prostituir. Na realidade, porém, faltam estatísticas concretas sobre ambas as afirmativas.
Os opositores do movimento apontam dois aspectos. Primeiro, a lei da prostituição teria como objeto os serviços sexuais prestados voluntariamente. Quem constringe alguém ao sexo, por outro lado, está cometendo crime de estupro, rufianismo ou tráfico de pessoas com fins de exploração sexual ou de mão de obra.

Em segundo lugar, a legislação não poderia ter facilitado o tráfico humano, porque não trata dele. A socióloga Barbara Kavemann, que avaliou a lei de 2002, defende que o aumento do tráfico na Alemanha se deve, antes, à ampliação da União Europeia com os países do Leste.

Leis de imigração restringem possibilidades

A partir 2004, a UE integrou 13 novos Estados, sobretudo do Leste Europeu, antes sob domínio soviético. Desde então, as mulheres desses países têm permissão para ingressar e permanecer na Alemanha.
Paula é uma delas. A delicada búlgara, de cabelos longos quase negros, esperava poder trabalhar como cozinheira na Alemanha, mas foi deixada defronte a um prostíbulo, o que pode ser tomado por tráfico humano, já que Paula não falava alemão, não tinha dinheiro e não sabia a quem recorrer. De início, chorou e se recusou a trabalhar – mas acabou exercendo o ofício durante cinco anos, por necessidade financeira.
A dona do bordel a obrigou a trabalhar de 6h às 22h e ficava com metade dos ganhos. Algumas vezes, Paula voou para a Bulgária, mas acabou retornando para a Alemanha. Por não poder ter um emprego fixo, pro ser búlgara, voltava a trabalhar no bordel. A lei de imigração alemã não lhe deixava alternativa. Mesmo assim, nunca aceitou ter um cafetão, defendendo-se sozinha dos clientes que não se comportavam ou que queriam sexo sem preservativo.

Mechthild Eickel, da central de aconselhamento para trabalhadoras sexuais Madonna, em Bochum, assegura que mesmo migrantes como Paula nem sempre são vítimas. "Muitas mulheres trabalham sob condições muito difíceis. Mas é uma decisão delas."

Berlim quer proteger prostitutas

Então, o sexo é uma atividade profissional como qualquer outra? Não, até mesmo porque quem a exerce continua sendo encarado com desprezo: apenas poucas podem declarar abertamente de onde vem seu dinheiro.

Mas, como afirma o slogan de um movimento da classe, "trabalho com sexo é trabalho", e as mulheres e homens que encaram a prostituição como uma forma de prestação de serviço, exigem boas condições para exercê-la.

A coalizão de governo em Berlim, formada por conservadores cristãos e social-democratas, está estudando no momento uma legislação de proteção aos profissionais do sexo. Ela prevê, entre outros pontos, idade mínima de 21 anos, cadastramento obrigatório e exames médicos compulsórios.

Profissionais de ambos os gêneros tem protestado, por exemplo, através da Federação Alemã de Serviços Eróticos e Sexuais (BesD). Representantes de outras organizações – como de combate à aids, auxílio a mulheres e das juristas alemãs – também argumentam que a lei poderia favorecer a estigmatização de quem se prostitui, obrigando-os a buscar a clandestinidade.

O escoteiro e a velhinha

Alvo de críticas também é a proposta de penalizar os clientes que conscientemente procurem vítimas de tráfico humano. Alega-se que os clientes muitas vezes fornecem informações anônimas à polícia: com a criminalização, isso supostamente não ocorreria mais.

Johanna Weber, da BesD, se declara a favor de padrões trabalhistas e de um status de permanência assegurado para suas colegas estrangeiras – mas não de uma lei de proteção à classe.

Ela compara a situação à piada do escoteiro que, para cumprir sua boa ação diária, ajuda uma velhinha a atravessar a rua. Só ao chegar do outro lado é que constata que a senhora queria ir na outra direção.
"É assim que lidam no momento conosco, prostitutas. Querem nos salvar todas. E nós temos que ficar dizendo, a cada cinco minutos: 'não, a gente não quer salva!'"

Autor: Beate Hinrichs (av)
Link: http://www.msn.com/pt-br/noticias/mundo/lei-alem%C3%A3-de-prote%C3%A7%C3%A3o-a-prostitutas-causa-protestos-de-profissionais-do-sexo/ar-AA8R1Ft?ocid=mailsignoutmd

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Valores Divulgados dos Programas das Travestis / Transexuais no RJ - 01/10 a 23/10

Segue listagem com os valores cobrados DIVULGADOS pelas acompanhantes travestis do Estado do Rio de Janeiro (RJ) que anunciam na seção "Travestis - Rio de Janeiro e Espírito Santo" do site Mega Tops Brasil, de 01/10/2014 a 23/10/2014:

$ (até R$ 200,00): Thaíssa Guimarães; Diana Guimarães; Adrielly Mell; Carla Brasil; Eduarda Novais; Mayara Lins; Thabata Piovany; Nicolle Rayalla; Louise Costa; Gaby Oliveira; Taylla Leal; Shenna Anderson; Sabrina Niterói;

$$ (entre R$ 200,00 e R$ 350,00): Michelle Kupfer; Nathany Gomes; Melissa Close; Thaynna Dantas; Sarah Linss; Rafaella Carneiro; Gabrielli Bianco; Michelle Davilla; Ivana Dieckmann; Laura Hickman; Gabriele Scarpa (Operada); Shyza de Góes; Adriana Lancaster; Nicole Balls; Bianca Ferraz Tanajura; Aninha Smith; Rhienne Brazil; Kauany Mineira; Andrezza Lyra; Bianca Petrovicky; Raissa Baviny; Alexia Freire; Kananda Hickman; Dominic Charré;

$$$ (acima de R$ 350,00): Taissi Fontini

Obs.: Houve alteração no site Mega Tops Brasil por causa da nova faixa de valores cobrados por até 01 h de atendimento (conforme divulgado). Mais detalhes em www.megatopsbrasil.com/faixas.asp .

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Valores Divulgados dos Programas das Travestis / Transexuais no RJ - 18/09 a 02/10

Segue listagem com os valores cobrados DIVULGADOS pelas acompanhantes travestis do Estado do Rio de Janeiro (RJ) que anunciam na seção "Travestis - Rio de Janeiro e Espírito Santo" do site Mega Tops Brasil, de 18/09/2014 a 02/10/2014:

$ (até R$ 200,00): Thaíssa Guimarães*; Diana Guimarães*; Adrielly Mell; Carla Brasil; Eduarda Novais; Mayara Lins*; Thabata Piovany; Nicolle Rayalla; Louise Costa; Gaby Oliveira; Taylla Leal*; Shenna Anderson

$$ (entre R$ 200,00 e R$ 350,00): Michelle Kupfer; Nathany Gomes; Melissa Close; Ingrid Moreira; Thaynna Dantas*; Sarah Linss*; Rafaella Carneiro; Gabrielli Bianco; Michelle Davilla; Ivana Dieckmann; Laura Hickman; Gabriele Scarpa (Operada); Shyza de Góes; Marcela Sanches; Adriana Lancaster; Nicole Balls; Bianca Ferraz Tanajura; Bianca Hills; Camila Mattoli; Aninha Smith; Rhienne Brazil; Kauany Mineira; Júlia Rodrigues / Julie da Ilha; Andrezza Lyra; Bianca Petrovicky; Raissa Baviny

$$$ (acima de R$ 350,00): NENHUMA

* - houve alteração no site Mega Tops Brasil por causa da nova faixa de valores cobrados por até 01 h de atendimento (conforme divulgado). Mais detalhes em www.megatopsbrasil.com/faixas.asp .

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Pessoas transgêneras: conheça famosos que driblaram o preconceito

Por MADSON MORAES

O que as modelos Lea T, Roberta Close, a Laverne Cox, atriz do seriado "Orange is the new black", e a cartunista Laerte têm em comum? Elas são pessoas transgêneras conhecidas na luta contra o preconceito. Laverne, por exemplo, foi capa da revista "Time", uma das mais influentes do mundo, e a primeira pessoa transgênera a ser indicada ao prêmio Emmy como Melhor Atriz Convidada em Série de Comédia.

Em entrevista à "Time", Laverne contou que sofreu bullying durante a infância e que só se assumiu como pessoa transgênera quando deixou sua cidade-natal e foi morar em Nova Iorque. Na avaliação da revista, a transgeneridade representará o próximo avanço da na questão dos direitos civis nos Estados Unidos. Assim como foi a questão racial dos EUA nos anos 1950 e os direitos dos homossexuais nos últimos 10 anos.

Como se referir a uma pessoa transgênera?

O manual de redação da GLAAD (em português, Aliança de Gays e Lésbicas Contra a Difamação), organização americana não-governamental que luta pela exposição positiva de homossexuais e transgêneros na mídia), recomenda que uma pessoa seja tratada de acordo com o gênero no qual se expressa. O mesmo procedimento é adotado pelos manuais de redação do prestigiado jornal norte-americano, The New York Times, e da Reuters, agência internacional de notícias.

Crossdressing

Aqui no Brasil, em 2010, a cartunista e quadrinista Laerte revelou publicamente ser uma pessoa transgênera através do chamado crossdressing (ou travestismo, que consiste no uso de roupas ou objetos do sexo oposto). Desde então, a cartunista, que publica seu trabalho em alguns dos principais jornais do país, como a Folha de S. Paulo, é sempre perguntada sobre sua obra e também sobre o crossdressing. Ao assumir sua identidade feminina, Laerte trouxe para o debate o assunto transgeneridade.

O crossdressing não tem relação com a orientação sexual, podendo ser heterossexual, homossexual, bissexual ou assexual. Crossdressers, travestis e transexuais são identidades gênero-divergentes agrupadas sob o conceito de transgênero. Segundo o "Guia técnico sobre pessoas transexuais, travestis e demais transgêneros para formadores de opinião", publicado em 2012, o transgênero abrange o grupo diversificado de pessoas que não se identificam, em graus diferentes, com comportamentos e/ou papéis esperados do gênero que lhes foi determinado quando de seu nascimento.

Segundo o Manual de Comunicação LGBT, elaborado pela Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT), a identidade de gênero é a percepção que uma pessoa tem de si como sendo do gênero masculino, feminino ou de alguma combinação dos dois, independentemente do sexo biológico.

Para entender melhor:

Biologicamente, as pessoas nascem macho ou fêmea. Isso se chama sexo genital ou biológico.
Gênero, por sua vez, é uma construção social que possui duas categorias: homem e mulher, atribuídas a cada pessoa, ao nascer, em função do seu sexo genital.

Orientação sexual é determinada por nossa preferência sexual e afetiva, que independe de termos nascido macho ou fêmea ou termos sido classificados como homem ou mulher. Uma pessoa transexual, por exemplo, é alguém que possui uma identidade de gênero diferente do sexo de nascimento.

Trocando mais em miúdos, diz a psicanalista Letícia Lanz, que é transgênera casada com uma mulher e pai de três filhos, a pessoa transgênera é alguém cujo comportamento revelado em suas ações, desejos, palavras, pensamentos e atitudes vai transgredir as normas de conduta de gênero dentro do binário masculino e feminino. Nasceu macho, tem que ser homem e gostar de mulher. Nasceu fêmea, tem que ser mulher e gostar de homem. Mas essa relação, ressalta Letícia, considerada algo totalmente "natural" na nossa sociedade, é, na realidade, totalmente arbitrária.

"Sexo, gênero e orientação sexual são três coisas completamente distintas, que no Brasil são tomadas como se fossem uma coisa só. Sexo é o que as pessoas têm entre as pernas. Gênero é o que as pessoas têm entre as orelhas, na cabeça. E orientação sexual é o tipo de pessoa que a gente gosta de ter entre os braços, para namorar e/ou fazer sexo", observa a psicanalista.

Letícia explica que o termo transgênero é uma espécie de "guarda-chuva". Foi introduzido pelo ativista transhomem norte-americano Leslie Feinberg, na década de 1990, como uma espécie de guarda-chuva para abrigar todas as identidades transgêneras ou gênero-divergentes de modo a reunir forças e aumentar o poder de reivindicação e barganha dos movimentos sociais representativos dessa população.

"Independentemente dos motivos que levam uma pessoa a transgredir as normas de conduta de gênero ou da frequência com que o faz, esta pessoa está claramente afrontando o dispositivo binário de gênero em vigor em nossa sociedade", ressalta a psicanalista.

Entre as identidades gênero-divergentes típicas da população transgênera, ou seja, pessoas que apresentam alguma forma de discordância de gênero em relação ao modelo masculino e feminino, estão o transexual, o transhomem, a travesti, o crossdresser, a drag queen, o andrógino e a transformista, por exemplo.

Na Argentina, uma lei aprovada em 2012 amplia os direitos das pessoas transgêneras. Uma das garantias é a possibilidade de que o nome, o sexo e a foto de documentos de identidade sejam modificados por qualquer pessoa com mais de 18 anos que se perceba com um gênero diferente do registrado em sua certidão de nascimento. No Brasil, tramita atualmente o projeto de lei nº 5001/2013, chamado de "Lei de Identidade de Gênero" ou "Lei João Nery" (em homenagem ao mais antigo transhomem do Brasil), semelhante à lei na Argentina.

No Estado de São Paulo, a lei nº 10.948 de 2001 pune a discriminação por orientação sexual e identidade de gênero. Assim, qualquer cidadão homossexual, bissexual, travesti, transgênero ou transexual que for vítima de discriminação poderá apresentar sua denúncia sem a necessidade de constituir advogado.

Fonte: http://estilo.br.msn.com/tempodemulher/amor-e-sexo/pessoas-transg%C3%AAneras-conhe%C3%A7a-famosos-que-driblaram-o-preconceito

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Valores Divulgados dos Programas das Travestis / Transexuais no RJ - 01/09 a 17/09

Segue listagem com os valores cobrados DIVULGADOS pelas acompanhantes travestis do Estado do Rio de Janeiro (RJ) que anunciam na seção "Travestis - Rio de Janeiro e Espírito Santo" do site Mega Tops Brasil, de 01/09/2014 a 17/09/2014:

Até R$ 150,00 ($):

Carla Brasil, Eduarda Novais, Sabrina Goltara, Marina Sancler / Marina Saint Clair, Shenna Anderson, Thabata Piovany, Nicolle Rayalla, Louise Costa, Gaby Oliveira, Brenda Kauany, Camile Sancher

Entre R$ 150,00 e R$ 250,00 ($$):

Alicinha, Diana Guimarães, Thaíssa Guimarães, Michelly Kupfer, Laura Hickman, Michelle Davilla, Taissa Davylla, Gabriele Scarpa (Operada), Marcela Sanches, Shyza de Góes, Taylla Leal, Nathany Gomes, Melissa Close, Aninha Smith, Kauany Mineira, Rhienne Brazil, Ingrid Moreira, Nicolly Nogueira, Flavia Amorim, Nicole Balls, Bianca Ferraz Tanajura, Júlia Rodrigues / Julie da Ilha

R$ 250,00 ou Mais ($$$):

Thaynna Dantas, Sarah Linss, Adriana Lancaster, Rafaella Carneiro, Gabrielli Bianco, Raissa Bavini, Bianca Petrovicky, Andrezza Lyra

quarta-feira, 3 de setembro de 2014

Valores Divulgados dos Programas das Travestis / Transexuais no RJ - 16/08 a 01/09

Segue listagem QUINZENAL com os valores cobrados DIVULGADOS pelas acompanhantes travestis do Estado do Rio de Janeiro (RJ) que anunciam na seção "Travestis - Rio de Janeiro e Espírito Santo" do site Mega Tops Brasil:

Travesti - Valor
Allana  Rios - $ (Tetéias do Brasil)
Brenda Kauany - $
Camile Sancher - $
Cibelly Dantas - $
Claudia Bananinha - $
Fernanda Pimentinha - $
Gaby Oliveira - $
Iris Neves - $ (Tetéias do Brasil)
Janessa - $
Lorena Agnell - $ (Tetéias do Brasil)
Louise Costa - $
Luana SG - $
Luna Transex - $
Milinha Barros - $
Mimi Surfistinha - $
Nicolle Rayalla - $
Raphaella Agnell - $ (Tetéias do Brasil)
Sabrina Goltara - $
Shenna Anderson - $
Thabata Piovany - $
Alinne Medeiros - $$
Aninha Smith - $$
Bianca Ferraz Tanajura - $$
Camyli Victoria - $$
Capitu Dias - $$
Claudia Weber - $$
Dany Novaes - $$
Dany Pereira - $$
Diana Guimarães - $$
Dominic Charré - $$
Duda Victorelly - $$
Fernanda Lohanny - $$
Francielly Rodrigues (Operada) - $$
Gabriele Scarpa (Operada) - $$
Júlia Rodrigues - $$
Kauany Mineira - $$
Laura Hickman - $$
Manuela Lira - $$
Marcela Sanches - $$
Melannye Top - $$
Michelly Kupfer - $$
Nayara Brunelle - $$
Nicole Balls - $$
Pamela Belli - $$
Patricia Portela - $$
Rayka Fontenelle - $$
Rhienne Brazil - $$
Shyza de Góes - $$
Taissa Davylla - $$
Thaíssa Guimarães - $$
Adriana Lancaster - $$$
Alice D'Castro - $$$
Alicinha - $$$
Anita Evelyn - $$$
Anna Clara - $$$
Bianca Petrovicky - $$$

Ephigenia - $$$
Gabrielli Bianco - $$$
Rafaela Belucci - $$$
Rafaella Carneiro - $$$
Raissa Bavini - $$$
Victória Coelho - $$$

Legenda: $ (até R$ 150,00); $$ (de R$ 150,00 a R$ 250,00); $$$ (a partir de R$ 250,00)

Fonte: Anunciantes Travestis no RJ do Site Mega Tops Brasil e acompanhantes Travestis com fotos no Blog Tetéias do Brasil que solicitaram divulgar os valores dos programas, de 16/08/2014 a 01/09/2014.

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

Listagem Final - Top Travestis Web Brasil 2013

http://toptravestiswebbrasil.blogspot.com.br/p/top-travestis-web-brasil-2013.html

Clique no banner e confira o Ranking de 2013 com as acompanhantes travestis na web brasileira.
Os dados foram divulgados e coletados dos seguintes sites:

 - Mega Tops Brasil www.megatopsbrasil.com (Nacional);
 - Top Travesti www.toptravesti.com.br (Nacional);
 - Capital Sexy www.capitalsexy.com.br (Distrito Federal);
 - Curitiba Class www.curitibaclass.com (Paraná).

Todos os dados são de 01/01/2013 a 31/12/2013.

domingo, 17 de agosto de 2014

Segue listagem QUINZENAL com os valores cobrados DIVULGADOS pelas acompanhantes travestis do Estado do Rio de Janeiro (RJ) que anunciam na seção "Travestis - Rio de Janeiro e Espírito Santo" do site Mega Tops Brasil:

Travesti - Valor
Camile Sancher - $
Carla Brasil - $
Cibelly Dantas - $
Claudia Bananinha - $
Fernanda Pimentinha - $
Gaby Oliveira - $
Janessa - $
Louise Costa - $
Luana SG - $
Luna Transex - $
Milinha Barros - $
Mimi Surfistinha - $
Nicolle Rayalla - $
Sabrina Goltara - $
Sabrina Niterói - $
Shenna Anderson - $
Thabata Piovany - $
Adelaide Novaes - $$
Alinne Medeiros - $$
Andressa Amorim - $$
Aninha Smith - $$
Bia Gaúcha - $$
Bianca Ferraz Tanajura - $$
Camyli Victoria - $$
Capitu Dias - $$
Claudia Weber - $$
Daniela Albuquerque - $$
Dany Novaes - $$
Dany Pereira - $$
Diana Guimarães - $$
Dominic Charré - $$
Duda Victorelly - $$
Ellen Smitth - $$
Fernanda Lohanny - $$
Francielly Rodrigues (Operada) - $$
Gabriele Scarpa (Operada) - $$
Júlia Rodrigues - $$
Kauany Oliveira - $$
Ketellyn Lacerda - $$
Larissa Close - $$
Laura Hickman - $$
Leticia Griffol - $$
Manuela Lira - $$
Marcela Sanches - $$
Melissa Close - $$
Michelle Davilla - $$
Michelly Kupfer - $$
Nayara Brunelle - $$
Nicole Balls - $$
Pamela Belli - $$
Patricia Portela - $$
Rayka Fontenelle - $$
Rhienne Brazil - $$
Shyza de Góes - $$
Thaíssa Guimarães - $$
Adriana Lancaster - $$$
Alice D'Castro - $$$
Alicinha - $$$
Anita Evelyn - $$$
Anna Clara - $$$
Ephigenia - $$$
Gabrielli Bianco - $$$
Rafaela Belucci - $$$
Rafaella Carneiro - $$$
Raissa Bavini - $$$
Samara Oliveira - $$$
Victória Coelho - $$$

Legenda: $ (até R$ 150,00); $$ (de R$ 150,00 a R$ 250,00); $$$ (a partir de R$ 250,00)

Fonte: Anunciantes Travestis no RJ do Site Mega Tops Brasil, de 01/08/2014 a 15/08/2014.

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

Aviso - Valores dos Programas no Rio de Janeiro

A partir de 16/08/2014, serão publicados indicadores com os Valores Cobrados nos Programas no Rio de Janeiro (RJ).

Inicialmente, os dados usados serão os valores cobrados divulgados pelos anunciantes no site Mega Tops Brasi - www.megatopsbrasil.com .

Os resultados devem ser divulgados NESTE BLOG todo dia 01 e 16.